De 7 a 9 de maio (quinta a sábado), o projeto “Amazônicas: Poéticas Femininas” promove, na CAIXA Cultural Fortaleza, a oficina “Criação de Projetos em Performance”, ministrada pela artista, professora e pesquisadora amazonense Renata Aguiar. Nos dois primeiros dias a atividade será teórica, das 18h às 19h30, e no terceiro dia será a parte prática com uma performance ao vivo, das 16h às 17h. Com 30 vagas para mulheres, a oficina está com inscrições gratuitas abertas por meio do instagram @caixaculturalfortaleza e site da Caixa Cultural Fortaleza
Também no dia 9 de maio, das 15h às 16h, acontecerá a palestra “Amazônicas: Poéticas Femininas – Curadoria, Corpo e Território”. Será uma reflexão sobre os processos curatoriais e artísticos que estruturam a exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, a partir do diálogo entre a curadora Sissa Aneleh e a artista Renata Aguiar. As atividades são gratuitas.
A oficina é exclusivamente para mulheres, incluindo identidades voltadas para as mulheres. E a palestra é aberta ao público. Estas atividades integram o programa da exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, aberta no dia 20 de março, permanecendo em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza até o dia 24 de maio. Em circulação nacional, o projeto conta com patrocínio exclusivo da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, e do Ministério da Cultura via Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. A realização é do Museu das Mulheres. O acesso da exposição também é gratuito e com acessibilidade.

A oficina “Criação de Projetos em Performance” convida as participantes a uma investigação coletiva por meio da ação performática, na qual a prática artística e a experiência corporal são entendidas como principais meios de produção de conhecimento. A oficina apresenta referências históricas da performance art, com ênfase em perspectivas contemporâneas, femininas e decoloniais, articulando teoria e prática.
Já a palestra “Amazônicas: Poéticas Femininas – Curadoria, Corpo e Território” serão abordados os fundamentos conceituais da mostra, orientados por perspectivas femininas e decoloniais, que evidenciam a produção artística de mulheres da Amazônia como eixo central da arte contemporânea brasileira. A curadoria é apresentada como prática crítica e política, comprometida com a valorização de narrativas historicamente invisibilizadas e com a construção de novas visualidades.
